9 coisas que seu bebê faz para mostrar que te ama (olhem a 9!!! rs)


Olá!

Como já falamos anteriormente, o bebê cria vínculos com as pessoas que cuidam dele.

Esses dias, uma amiga querida contou que o filhinho de um ano chega para abraçá-la sem que ela peça e faz carinho no seu rosto. Ela, claro, está derretida. A Catarina é muito carinhosa também: me abraça e me beija, repetindo “mamã” com uma voz fininha, que ela usa para os momentos de fofura como abraçar a Dorinha, falar com a boneca, mandar beijo para o papai pela câmera enquanto ele trabalha. Quando a criança é maior, o vínculo dela aos pais está visivelmente escancarado e fica mais fácil de levar tudo. Afinal, nao existe terrible two que resista aos carinhos e aos beijinhos, não é?

Entretanto, quando o bebê é pequenininho e não se expressa em “língua adulta” com tanta fluência, ele encontra outros jeitos de agradecer por todo o cuidado que você tem com ele.


  1. Ele te reconhece

Com poucas semanas, um bebê já é capaz de reconhecer seus cuidadores principais e mostram clara preferência por estas pessoas. Alguns estudos indicam que isso acontece principalmente por causa do olfato: o cheiro do leite da mãe guiaria o bebê a ela, já que a sua visão não é tão desenvolvida nos seus primeiros meses de vida. De qualquer forma, o bebê conhece a voz e o cheiro da mãe já ao nascer e o próximo passo é ligar esses dados a uma imagem. Por isso seu bebê fica te olhando fixamente, como se estivesse tentando memorizar o seu rosto. Um pouco é isso o que ele está fazendo.

2. Ele responde às suas expressões faciais

Todos aqueles sorrisos que o bebê começa a dar por volta de um mês, os olhares fixos no seu rosto, as reações às suas ações são verdadeiras aulas de comunicação que ensinarão ao bebê como interagir com você de forma a comunicar suas necessidades (satisfações e frustrações também) e, posteriormente, com o resto do mundo. Não economize nas expressões exageradas: seu bebê vai começar a perceber que com uma simples ação vai conseguir mostrar a alegria em ter você por perto. E que vai valer muito a pena compartilhar essa sensação porque você vai responder positivamente a ela. Não acredite em quem te diz que os sorrisos dos bebês são gases ou puro reflexo! É, na verdade, a evolução preservando a espécie…

3. Ele tem uma naninha

Ou qualquer outro objeto transicional (objeto que dá conforto à criança, principalmente na ausência dos pais). Por volta de 1 ano, as crianças começam a eleger os seus preferidos. Ele simboliza a mãe, seu amor e sua segurança – mas de uma maneira que a criança consegue controlar. Às vezes o objeto transicional não é tão claro. Pode ser um travesseiro, uma fraldinha, a pontinha da roupa…

4. Cheiros, beijos molhados, lambidas, agarros, abraços…

E nem sempre das maneiras tradicionais. Uma amiga conta que o bebê dela beijava seu pé. Mas ele estava no chão e era o que ele alcançava primeiro! rs Na verdade, a criança presta atenção à maneira como a mãe mostra seu afeto e começa a copiar – aliás, como absolutamente tudo que eles aprendem. Os bebês aprendem como demonstrar afeto físico muito rapidamente e adora treinar e treinar com os pais.

5. Estende os bracinhos para que você possa pegá-lo

Por volta de 6 meses os bebês começam a exteriorizar o quanto adoram ser pegos no colo – e por quem, principalmente. É linguagem corporal que mostra o tanto que a criança veio a amar e confiar nos seus pais ou cuidadores.

6. Sai para explorar mas volta correndo para você

Você vai começar a perceber no momento em que seu filho começar a engatinhar: você é sua base de segurança, amor e acalento. Mas existe uma casa inteira ao alcance dele para ser explorada. E lá vai aquela bundinha balançando, de um lado para o outro.

Aí, de repente, pinta um pouco de insegurança e ele resolve voltar para seu porto-seguro.

Repetidas vezes ao infinito.

7. Ele te imita

Por volta de um ano, os bebês começam a imitar as atividades que eles acham mais legais e interessantes. Dar comidinha para a boneca, carregar uma bolsa, se observar na frente do espalho, colocar os sapatos perto da porta… Dizem que a imitação é a melhor forma de elogio, não? E com os bebês maiores isso é muito claro. Eles imitam as coisas que as pessoas que eles mais amam (oooown) fazem.

8. Colinho quando se machuca

O fato de que seu filho corra para você cada vez que se machuca – só para secar os olhos e já sair correndo de novo – mostra que ele ama, precisa e confia em você.

Verdade seja dita, na maioria das vezes nem se machuca de verdade, né? Um tropeção é o suficiente para um chororô que mereceria o Oscar.

9. Ele guarda seu pior comportamento SÓ-PA-RA-VO-CÊ

Imaginem a cena:

A criança passa o dia inteiro chatinha, dando chilique, recusa tudo: não quer ficar no colo, não quer ficar no chão, não quer ficar no sofá, não quer ficar na cadeirinha. Não quer comer. Não deixa trocar fralda. Tudo está péssimo e você se sente uma incompetente.

Você espera o pai chegar para ir tomar um banho e dar uma respirada antes de voltar à ativa. Quando sai do banheiro, ouve gargalhadas, a fralda está trocada, o prato raspado e, de bônus,  os dentes escovados. 

“Não sei porque você reclama tanto” – diz o pai da criança, sem medo de morrer.

Levanta a mão quem NUNCA passou por isso. Troquem pai por avó, irmão mais velho, tia da creche, babá. Acho que é o clássico mais clássico da maternidade. Às vezes vem disfarçado de “Fulaninho estava bem até agora, foi só você chegar!” ou ainda “Apareceu a mãe e estragou tudo”.

Seu filho é a criança perfeita enquanto está com outras pessoas e quando está sozinho com você toca o terror? Sorria que você está fazendo seu trabalho muito bem. É prova de amor e confiança, por mais estranho que isso possa parecer. Ele sabe que está “a salvo” com você e que não deixará de ser amado e cuidado se colocar para fora todas as suas frustrações, tensões ou simplesmente mau-humor.

Quantas vezes você não descontou na sua mãe ao invés de gritar com o chefe?

  • Mas atenção: não vale usar isso de desculpa se as reclamações vêm de outras pessoas, principalmente da escola/creche/babá. Aí é preciso repensar as práticas e, dependendo da gravidade da situação, procurar ajuda profissional.

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