Diário do Emagrecimento: o início de tudo


Uma vez, eu li um post da Gabriela Pugliesi que dizia algo sobre força de vontade. Não me lembro exatamente as palavras que ela escolheu, mas lembro que em miúdos queria dizer que nunca um doce vai ter mais poder sobre ela do que sua própria força de vontade.

Eu ri, né? Que bom para ela porque realmente não é a minha realidade. Eu sou viciada em açúcar.  Sem orgulho nenhum, eu abro meu coração para vocês e admito que faço bem o estilo junkie mesmo. Quando eu passo algumas horas sem açúcar, eu tenho dores de cabeça, crises de abstinência que acabam com meu humor e me deixam bem fora da casinha. Como toda viciada, eu NUNCA consegui comer um bombonzinho e parar. Eu só paro quando acaba a caixa.

Já investiguei bastante as origens disso em terapia e cheguei à conclusão que não há uma só resposta para a questão. Tem a ver com meu jeito de lidar com as coisas, com as minhas crises de ansiedade, com meu paladar viciado crescido nos anos 80 (em que tomávamos chuquinhas e mais chuquinhas de chá adoçado), tem a ver com uma bactéria x que eu não tenho no meu intestino, enfim. Nós todos somos resultados de muitas questões bioquímicas e culturais, sociais e individuais que fazem com que duas pessoas não sejam iguais.

Meu gatilho para a mudança foi uma conversa com minhas amigas. No meio de novembro, decidimos fazer lowcarb todas juntas. Abrimos um grupo no whatsapp e lá trocávamos receitas, incentivos, fotos de pratos, de nós, da balança… um verdadeiro grupo de apoio. E deu muito certo (como lowcarb sempre dá): em 40 dias, perdi 10 kg. Em uma de nossas conversas, duas amigas falavam sobre como se sentiam bem e como tinham intenção de realmente fazer da lowcarb um estilo de vida e não uma dieta – como, aliás, ela foi concebida para ser. Vendo aquela conversa tão inocente deles, me bateu. Eu não. Eu não queria um estilo de vida. Eu queria só voltar a caber nas minhas roupas pré-gravidez da Aurora e voltar a comer meus carbos e meus doces, feliz da vida. E aí eu comecei a perceber várias coisas a meu respeito que não me deixaram nada feliz, por exemplo, o fato de que eu nunca estou satisfeita. Acho que se me oferecer comida a qualquer hora do dia, eu aceito e bato pratada. O fato de que eu nunca consigo comer um só. O fato de que, quando estou de dieta, espero ansiosamente pelo dia da jacada. Essas coisas. E aí me ocorreu que eu não fui sempre assim e eu não sei quando virei essa chavinha. De uma forma ou de outra, isso está me atrapalhando muito.

Vejam bem, no geral, eu não tenho problemas em ser gorda. Não dou muita bola para o que as pessoas pensam de mim. Minha saúde está ótima, meus resultados de colesterol e triglicérides são lindos. Mas eu gostaria de voltar ao movimento em que estava quando engravidei da Aurora. Eu tinha um corpo que me permitia subir nos brinquedos com a Catarina no parquinho, por exemplo. Eu deitava à noite e não sentia mais dores nas pernas. Eu conseguia comprar roupas do meu agrado por um preço muito mais convidativo (vocês já viram os preços de plus size????). Enfim, se eu tinha uma festa para ir, por exemplo, resolvia muito mais fácil do que hoje. Comprar UMA PEÇA de roupa dá um trabalho infinito, demora -eu sou rápida em lojas!- e as coisas não caem bem. Não vou chover no molhado e contar o que vocês estão carecas de saber: os tamanhos Gs das lojas servem somente em mulheres magras.

Enfim, eu estava há dias pensando e processando tudo isso, querendo mudar algo que eu não sabia bem o que na minha relação comigo, com meu corpo, com a comida…E eu não sou muito do tipo que reclama e não faz nada. Eu sou muito prática, quero resolver logo as minhas questões.

Coincidência ou não, naquela semana me colocaram num grupo de anúncios do Facebook e eu li este post:


Muitos já me conhecem, sou a Jully mãe da Lara, Theo e Íris. Eu e o Lê (meu marido) temos prazer em apresentar o **Balão Gástrico Hipnótico**.

Antes de falar dele, propriamente dito, vou contar rapidinho a história do Lê. Eu e ele fizemos a cirurgia Briatrica à 12 anos. A minha deu certo (caso se conte apenas a perda de peso, e não avaliar os efeitos colaterais que tive), mas a dele não. Ele eliminou 65kg, mas em menos de 6 anos teve um reganho de 35kg. É ai que entra todas as ferramentas que vamos apresentar agora… 
Estudados e nos preparamos muito para entender os motivos que existem pessoas que tem “cabeça de magro” ou é “magro de ruim” e outras tem “cabeça de gordo” ou “engorda só de sentir o cheiro da comida”.

Para entender, desvendar os mistérios da mente e realizar a mudança na vida das pessoas, fizemos várias formações internacionais, hoje somos certificados e especializados… E com todo o orgulho do mundo podemos apresentar nosso trabalho de Neucoaching, Hipnoterapeuta Clinico, e Programadores Neurolinguístico, ajudando todos que queiram eliminar peso e manter um padrão desejado e duradouro, até mesmo porque, *o efeito sanfona tem fim*. 
E nós te ensinamos como pode ser prazeroso eliminar peso e ter o corpo que você sempre quis!
Dentre todo o processo, uma das técnicas mais esperada pro todos, é o BALÃO GÁSTRICO HIPNÓTICO (sem cortes, sem dor, sem risco e sem efeitos colaterais)! Visite nosso site e tenha mais informações sobre: www.jullycoach.com.br.

FIZ UM VIDEOZINHO PARA TIRAR DÚVIDAS: https://youtu.be/afgweaapE-A.

Ah, quem quiser falar conosco pessoalmente conosco, fiquem à vontade para nos chamar in box ou manda um eu quero que logo retornaremos com carinho!
Estamos à disposição também no whatsapp (11) 95473-9824 (Lê)
Saudações da Jully e Lê! E uma excelente semana para todos.

Ps1: Sim, somos nós nas fotos! Acreditem se quiser! E aquele é o meu marido hoje!

Ps2: – 1º Nossa formação em NeuroCoach, Programação Neurolinguística e Hipnoterapia Clinica é totalmente certificada pelas maiores regulamentadoras do Mundo (American Hypnosis Association, OMNI Hypnosis Training Center, American Union of NLP, International Association of Coaching Institutes). 
– 2º Não somos nutricionistas, preparadores físicos ou da área de saúde, e nosso trabalho não exclui o acompanhamento desses profissionais.

DEPOIS ME CHAMEM NO WHATSAPP 11954739824 (Lê), PARA TIRAR O RESTO DAS DUVIDAS… BEIJINHOS


 

Sabe quando dá aquele “click”? Foi o que aconteceu comigo. Achei que hipnose era a resposta ao que eu estava procurando. De repente ficou claro para mim que mudando a minha cabeça, eu talvez conseguisse fazer dieta com mais facilidade, sofrer menos com a vontade de comer doces, enfim, mudar uma série de padrões em mim que eu não gosto e não sei como mudar. Achei que eu já tinha feito várias coisas nos últimos anos com uma série de efeitos colaterais questionáveis para lutar contra o efeito sanfona (tipo tomar remédio) e que se eu tentasse isso, eu não teria absolutamente nada a perder. Fiquei animada e fiz o que eu sempre faço nessas ocasiões:

Fui para o Google.

Sim, porque a verdade é que eu não sei nada de hipnose. Gustavo já me olhou e torceu o nariz – ele me acha extremamente crente e é cético com absolutamente tudo: para levá-lo fazer terapia, tive de imprimir papers e mais papers falando sobre terapia cognitiva e seus efeitos. E, na real, quando a gente fala de hipnose todo mundo que tem a minha idade lembra do cara fazendo a galera imitar galinha no palco do Gugu.

Lendo o Google, eu fiquei ainda mais animada. Vi que usam hipnose para amenizar os efeitos colaterais de quimioterapia em vários hospitais sérios. Li que esse tal balão hipnótico é uma técnica bastante utilizada, com vários resultados positivos. Vi que tem dentista que usa a hipnose para tratar pacientes com pânico do motorzinho. E assim por diante.

Fiquei 1 mês lendo. E aí fui falar com o mais cético dos céticos, meu marido:

-Olha, acho que eu vou tentar… mal não vai me fazer.
-E se esses resultados forem psicológicos?
-Bom, não me importa se é placebo ou não se eu tiver resultados.

Escrevi para o Leandro e eles atendem a dois quarteirões da minha casa – era destino! Marquei a minha primeira sessão – a sessão de avaliação. Conto no próximo post senão este fica infinito! Assine a nossa newsletter para não perder nada.

Beijos animados,

Ise.

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