Feliz Dia das mães para você, homem branco e hétero sem filhos!


Dia das Mães é aquela coisa: aquele seu amigo que fica o ano inteiro falando que licença maternidade de 4 meses (imagina!) é um absurdo e muito custoso para a empresa, pro governo, pro Chapolim etc enche o Facebook de fotos com a mamãe e agradece seus cuidados, suas renúncias, seu posicionamento de mártir, sua postura angelical e, pasme, fala até em valorização da maternidade. A gente vira a cabeça enquanto lê – de lado, igual cachorro quando te olha como cara de “wtf” e pensa: UÉ…

dúvida

Mas hoje o amigo de uma amiga ganhou o troféu SEM NOÇÃO do Facebook. Eu não sei porque cargas d’água essas coisas insistem em aparecer na minha TL já que eu tento, mas quase nunca  nem sempre consigo ficar quieta. Meus olhos sangram. Eu leio, leio, leio e penso “maldita hora em que o Facebook perguntou o que as pessoas estavam pensando e fomos obrigados a descobrir o que gente que a gente gosta pensa de verdade”. É tanta desinformação, tanto preconceito… dói. Dói porque eu sou daquelas que insiste acreditar em besteiras tipo um mundo melhor para as minhas filhas, sacam?

Nessa semana de Dia das Mães, a Revista Crescer escancarou a realidade do mercado de trabalho feminino (e materno, principalmente) com ESTA REPORTAGEM. Em virtude disso, uma série de discussões ocorreram ao redor do assunto em vários âmbitos e veículos. Você não precisa ser um grande leitor para ter visto algo por aí. Se você é mãe e acompanha minimamente o mundo materno online, com certeza viu (e reviu, viu de novo, quis desver…).

Em meio a uma dessas discussões no mural de uma amiga MILITANTE DO EMPREENDEDORISMO MATERNO (veja bem, tem gente que realmente não tem medo de nada) escreveu que ERA SÓ PROCURAR UM EMPREGO EM UMA EMPRESA COM VALORES E VISÕES SEMELHANTES AOS SEUS. ORA POIS: NA EMPRESA ONDE ELE TRABALHA (subentendido que ele teve MÉRITO que os meros mortais não tiveram, esse ser tão superior e iluminado!), a chefe lhe cobre constantemente que falte para ir às consultas de pré-natal de sua esposa grávida, que fique mais em casa, que lhe dê atenção e passe mais tempo com ela… blá blá blá…que se as licenças não fossem SURREALISTAS (sic – porque o erro de emprego da palavra aí é dele e não meu) e prejudicassem tanto o empregador, provavelmente essa seria a postura de muito mais empresas por esse mundão tão preocupado em não explorar o trabalhador chamado Brasil…blá blá blá e ainda disse, com muito orgulho, que ele e a esposa eram um casal de workaholics, meio que dando a entender que esse homem superior e iluminado jamais deixará de ter seu comprometimento com o trabalho alterado por causa de -caham- um bebê. Tipo, onde já se viu, né? Se o cachorro fica em casa sozinho o dia todo…o que pode ter de mais complicado na relação com um gadget que só come e dorme?  E mais blá blá….e ainda colocou algo sobre as demissões na volta da licença maternidade estarem ligadas à queda de produção e não à maternidade em si. Claro, sempre é assim.

Eu li e me perguntei: “Senhor, por onde eu começo?” E só consegui mandar algo mais ou menos como “Gente, e o Papai Noel, como está?” porque eu me recuso a acreditar que exista gente tão fora da casinha assim em 2018, com a internet e o mundo na mão, né?

Vou exemplificar: Eu também trabalho num lugar legal, com pessoas maravilhosas. Passei mal DEMAIS nas duas gravidezes (põe MAL nisso, tá?), faltei muito (às vezes porque não conseguia parar em pé com a pressão 6×3, às vezes porque me vomitava toda no carro tentando chegar à escola) e a minha chefia NUNCA pediu um atestado. Ela (sim, claro…mulher, né?) me ligava, mandava mensagens, perguntava como eu estava. Nunca me ligou durante a licença. Nunca reclamou quando faltei porque as minhas filhas estavam doentes e eu precisei acompanhar em alguma consulta. Quando a minha filha foi internada, eu recebi o “fique com ela o tempo que precisar e quiser” mais importante da minha vida. Mas 1. É uma empresa. Não posso e não quero abusar porque sei o impacto que uma falta dá aos nossos propósitos. Professor substituto é pepino em todos os níveis! Eu não quero atrapalhar quem me apoia tanto, ué. Por princípios, claro, mas principalmente por gratidão. 2. EU SEI QUE ISSO NÃO É REGRA. MINHA RÉGUA NÃO É A RÉGUA DO MUNDO.  3. Eu não consegui isso por mérito. EU DEI FOI UMA SORTE INSANA!

Como eu sei disso? Fazendo aquela coisa que teu professor (provavelmente, professorA!) te ensinou a fazer na 1a série: LER.

Metade das mulheres saem do trabalho após a licença-maternidade

48% das mulheres são demitidas após licença maternidade

A maternidade afasta as mulheres do mercado de trabalho e isso não é uma opção

Mercado de trabalho fecha portas para grávidas e mães com filhos pequenos

Mãe trabalhadora ainda enfrente dificuldade no mercado de trabalho

E, infelizmente, a lista é infinita. O assunto é recorrente nos grupos de mulheres e mães, não precisa ser um grande gênio para perceber que a régua do mundo não é a minha realidade. Eu sou uma privilegiada.

Eu e o tiozinho ali que acha que o problema se resolve simplesmente buscando uma empresa com “valores alinhados” aos seus. Ou será que não? Desemprego atinge 13,7 MILHÕES de pessoas no país Esse cara achando que está chovendo emprego só precisando escolher ou chegou ao país hoje ou está acostumado, mais uma vez, aos seus privilégios de homem-branco-hétero. Nada novo sob o sol. Ele REALMENTE acredita que todo mundo começa a corrida do mesmo lugar.

Só que não.

Outra coisa: se sua CHEFE precisa te cobrar para estar mais presente na gravidez da sua esposa (que não fez o filho sozinha, imagino!) o que isso diz SOBRE VOCÊ?

Bônus track: Será que se o chefe fosse homem, ele te diria a mesma coisa?

Versão com comentários do diretor: Será que o chefe da sua esposa diz o mesmo para ela?

Thaise curiosa: Será que quando o bebê entrar na creche com 4 meses (essa “surrealista” licença maternidade, né?) a chefe vai achar que VOCÊ precisa faltar 2 ou 3 semanas quando as viroses, estomatites, conjuntivites, bronquiolites emendarem uma na outra? Porque olha, amigo, você que não é pai ainda, trago notícias para você: em bebê, não é incomum eles passarem o mês inteiro doentes, viu? Se for outono então, coloca 3 meses na conta. Se ele não for amamentado, volte umas casas.

E trago mais notícias, parte 2: Você também vai pegar os bichos dele.

E trago mais notícias, parte 3: Bebês doentes não dormem (aliás, com muita frequência bebês sadios também não! rs). Se você não for do tipo que vira para dormir e deixa a sua mulher sozinha com a bomba (“Mas ela ainda está de licença e não trabalha amanhã cedo” – se meu marido me dissesse isso, era divórcio!), eu gostaria MUITO que você me escrevesse sobre sua produtividade. Aproveita e me conta sobre quando os dentes nascem, que o bebê acorda de hora em hora de madrugada e não raramente pega uma assadura daquelas que parece que o bumbum vai cair fora. E por favor: para o meu próprio divertimento, não deixe de me contar sobre os picos de desenvolvimento, os saltos de crescimento…quando seu bebê vai levantar no berço às 3h da manhã para dançar o cha-cha-cha segurando na grade só porque ele descobriu que é capaz dessa nova habilidade. Aí, quando seu filho tiver uns 8-9 meses, pergunta para sua esposa sobre a ansiedade de separação. Sim, porque eu tenho certeza que a essas alturas ela já vai ter procurado no Google ou com a Siri uma resposta à pergunta: por que meu filho chora o dia inteiro? Por que meu filho voltou a acordar de hora em hora de madrugada? Por que ele chora como se estivesse indo para um pelotão de fuzilamento se eu levanto para beber um copo d’água?

Ah, você não sabia de nada disso? Interessante. Mas mesmo sem ter A MENOR NOÇÃO de onde você está se enfiando você tem sua opinião formada sobre a “surrealista” licença-maternidade, né? 

E eu vou te dizer porque ela é “surrealista”, mas não como você pensa. A maioria das trabalhadoras tem 4 meses de licença maternidade no país. Você sabe quantos meses a OMS (Organização Mundial de Saúde – sua mulher grávida com certeza já leu muito sobre ela a essas alturas, viu?) preconiza amamentação exclusiva e em livre demanda? Nem sabe o que é isso? Vou traduzir: você tem ideia de quanto tempo é necessário que seu filho tenha como único alimento em sua dieta o leite da mãe dele, todas as vezes que ele quiser, precisar ou pedir PARA O BEM DA SAÚDE? Ah, não tem nem ideia, né? 6 meses. Isso mesmo, SEIS MESES. Sem mamadeira, chupeta ou leite de lata. Aliás, a recomendação é que não haja consumo nenhum de leite de vaca (vulgo aquele leite da farmácia) antes de 1 ano de idade. Não adianta ficar bravo comigo, fique bravo com a ciência e com a OMS. M de Mundial, saca? Não é coisa de comunista brasileiro. E aí sabe o que acontece com 6 meses? Ele começa a comer uma frutinha por dia. No resto do dia? Continua mamando loucamente na mãe dele. Até o primeiro ano de idade O PRINCIPAL ALIMENTO DO BEBÊ DEVE SER O LEITE MATERNO, de acordo com a OMS, SBP, AAP.

Sim, eu sei que agora você suspira e pensa que isso é uma bela frescura. Mas volta aqui depois que seu filho nascer e me conta se você quer dar um começo de vida padrão-ouro ou plano B para ele. Porque a ciência está aí, né? Mesmo que seu pediatra jure de pé junto que NAN é “quase igual” leite materno…rs

Leite artificial nunca será tão bom quanto o materno

 

Será mesmo que leite artificial é igual leite materno?

Se sua esposa for como eu, ela vai comprar uma bela bomba (você vai ver que custa mais do que a cadeira de descanso que você já achou carésima) e vai fazer a louca, tirando leite o dia todo, em tudo quanto é canto possível para deixar em casa quando sair trabalhar, inclusive de madrugada para pegar o pico de prolactina. Aí você me conta também se o desempenho dela está como antes. Workaholic dormindo 6 horas por noite versus mãe que acorda 3 vezes para amamentar + 1 para tirar leite e depois levanta às 5 h da manhã para fazer outra ordenha e garantir o leitinho nota A para a cria. Sabe o que vai acontecer? Você vai descobrir que o mundo não tem estrutura para receber bebês e muito menos mães que amamentam. Seu emprego super blaster legal tem um lactário bem equipado? Esterilizador, freezer, fogão ou tem mulher tirando leite no banheiro da empresa para jogar fora na pia simplesmente porque não aguenta de dor nos peitos?

Ah, você não sabe, né? Que delícia ter privilégios. Qualquer mulher que amamenta sabe. Até as workaholics, viu? E ela não vai poder “priorizar” o trabalho porque sabe o que acontece se ela entrar naquela reunião mega importante sem bombear os peitos? Eles vão começar a vazar no meio da apresentação mais importante do ano fiscal dela, feita em PREZI e traduzida para três línguas, videoconferencionada para 4 continentes.

Na semana em que você tiver uma viagem importante e ela estiver no meio de um projeto que não contempla falta de ninguém, o bebê vai pegar síndrome mão-pé-boca. Nem sabia que isso existia também? Pois é, o bebê não vai poder ir à creche por uma semana inteira. Aí você vai começar a se questionar se aquela mãe que falta porque “mas-caraléo-toda-hora-essa-criança-fica-doente” é tão folgada assim mesmo.

É o que eu espero, né. Porque empatia nunca é garantida. Mas saiba que as chances são grandes de que a sua mulher falte e você não. E que todo mundo vai pensar dela igual você pensa daquela mãe que tem filho doente toda hora.

Sabia que é ESPERADO que um bebê que vai à creche antes de 1 ano fique doente até 12 vezes em 365 dias? Em linhas altas, isso quer dizer que você (provavelmente sua mulher, né?) trabalhe 3 semanas e falte 1 por mês. Você consegue imaginar a workaholic faltando 3 meses por ano? Isso, claro, supondo que ela não seja mandada embora ao fim da licença. Sabe como é, né? “Caiu” a produtividade!

Sabe o que a lei prevê? Que o pai e a mãe podem faltar 1 DIA POR ANO cada um para acompanhar o filho de até 6 anos ao médico sem prejuízo de salário. Ah, você acha que está excelente, né? Está achando que é tipo férias? Leia de novo: uma criança ficar 12 vezes doente no ano está dentro do normal. Fora isso, sabe quantas consultas você tem que fazer de puericultura no primeiro ano de vida do seu filho? 12. Mas fica tranquilo, sua esposa pode fazer as primeiras 3 porque estará de licença “surrealista” (dificilmente faz a quarta porque não é incomum sair de licença antes do bebê nascer, sabia?), mais uma que ela ganha por direito quando já estiver trabalhando e mais uma você. Já são 5 consultas garantidas com acompanhamento dos pais. UFA! Para as outras 7, você chama um Uber pro seu filho e está tudo certo.  E reza para ele não ficar doente NENHUMA VEZ, claro.

Spoiler: as minhas filhas costumam ficar ÓTIMAS no dia das consultas de rotina e doentes uma semana depois. A gente logo começa a falar mais com o pediatra no whatsapp do que com o mozão.

Se você for privilegiado mesmo, isso quer dizer que num país onde muita gente passa fome (tipo, de verdade, saca?) e a maioria esmagadora trabalha para ganhar o mínimo e ainda não dá conta de sobreviver, você vai arrumar um jeito de não mandar seu filho para a creche. Normalmente, isso implicará na sua esposa não ser mais uma workaholic pelos próximos três anos, mais ou menos. Pode ser que ela queira largar o emprego e virar dona de casa (você se espantaria com a frequência com que isso acontece após os filhos!) – ou comumente que seja obrigada a isso direta ou indiretamente, pode ser que ela empreenda como a maioria das mães após a licença (sabia?) ou pode ser que ela consiga até reduzir a carga de trabalho (mas isso normalmente implica, mesmo aos privilegiados, em deixar as férias na Disney para outra década ou não trocar de carro nos próximos 5 anos. Tem gente que não encara!). Ou ainda pode ser que você arrume uma mulher que deixa a casa dela e os filhos dela para cuidar do seu, no aconchego da sua casa – e aí você vai ver, espero, o que realmente é privilégio. Não sei. Não tem resposta certa à equação. Eu só sei que posso te garantir que é a vida dela que vai mudar. Nem que ela continue sendo workaholic, vai mudar. Ela nunca mais vai conseguir seguir como antes. Ela vai conhecer um senso de culpa nunca antes experimentado. Você vai vê-la chorando ao deixar o bebê de 4 meses (você já viu um bebê de 4 meses?) com outra pessoa e repensando tudo. Sua vida, em geral, segue na mesma.

Isso é um bebê de 4 meses.

Isso é um bebê de 4 meses.

 

Sabe, eu entendo MUITO bem o que é ser mãe de primeira viagem. Pai nem tanto, admito. O lugar de fala não é meu. Mas eu converso com milhares de mulheres grávidas e recém-mães pelo país há uns anos com todos os tipos de pais que você pode imaginar para os filhos delas. Muitos deles nem merecem o título, sabe? Enfim, uma coisa que um bom pai pode fazer enquanto a mulher está grávida é PESQUISAR. Já falei sobre isso AQUI. Mesmo pesquisando e lendo muito, você vai acordar numa determinada madrugada, olhar pra sua cria e pensar “FO-DEU. Não sei o que eu faço agora”. Isso vai acontecer muito. Com o primeiro filho, com o segundo, com o terceiro. Mas com o primeiro é tipo andar no escuro sem lanterna e sem saber para onde você está indo. E só a informação salva. A informação te salva de uma noite acordado, de ter um parto diferente do que o que sua esposa idealizou, de dar leite artificial desnecessariamente, de fazer escolhas ruins. Mas te salva também de passar vergonha, de ter opinião formada sobre uma realidade que você não conhece, que não é a sua e que provavelmente nunca vai ser. Te ajuda a ter EMPATIA, a se colocar em outros sapatos, a não cantar de galo do alto dos seus privilégios.

Infelizmente, a infância não é vista com a seriedade necessária. Uma licença maior não é tempo perdido. É tempo ganho. É dinheiro economizado. São melhores índices de saúde e educação, de criminalidade, maior qualidade de vida para todos. Você acha que é consequência que vários dos maiores IDHs do mundo tenham maiores licença-maternidade/paternidade/compartilhadas?

Como é a licença-maternidade no restante do mundo?

Pesquisa revela que amamentação pode aumentar inteligência

Amamentação prolongada tem relação com QI e renda mais altos na vida adulta

O estudo: http://www.aleitamento.com/amamentacao/conteudo.asp?cod=2059

Investimento na primeira infância reduz intolerância e criminalidade

Investimento nos primeiros 5 anos de vida pode aumentar em 60% a renda da população e reduzir problemas de baixa escolaridade, violência e mortalidade infantil

Os primeiros mil dias das crianças

E se você gostar mais de Netflix do que de ler, recomendo sem moderação o documentário O COMEÇO DA VIDA que deveria ser OBRIGATÓRIO antes que você pudesse comprar seu primeiro pacote de fraldas.

Sei que não é incomum os homens só respeitarem AS SUAS MULHERES (e olha lá), quando deveríamos todas sermos vistas como seres humanos. Mas pensa bem: se esse filho que a sua mulher está esperando for uma menina, você realmente acha justo que ela tenha que ESCOLHER entre ter uma carreira e ser mãe? Se você não consegue pensar na realidade da sua companheira de trabalho, aquela que falta demais porque o filho está doente, tenta se transportar uns 30 anos para frente e imaginar sua filha tendo de decidir se os anos de estudo e a carreira que ela construiu com esforço e sacrifício são mais importantes do que o bebê que ela carrega na barriga, aquele pedacinho dela. Conseguiu imaginar?

Uma licença mais longa e compartilhada pode ser EXATAMENTE o que a fará NUNCA ter de tomar essa decisão. 

É invisível do alto dos seus privilégios. Mas pode ressignificar toda a relação das mulheres com o mercado de trabalho e, de quebra, dar dignidade no começo da vida dos futuros habitantes desse país. E, ainda assim, é só o começo.

Eu, honestamente, não consigo imaginar algo que seja mais valioso do que tudo isso.

Feliz Dia das Mães  – para quem valoriza as mães de verdade, não só a sua. 

Meu abraço de sempre,

Ise.

Obs.: Procurem as outras mídias do blog! Instagram, Youtube, Facebook….temos até um grupinho secreto… =P

Curso maternidade

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1 Comentários

Gabriela Mello
Responder 12 de maio de 2018

Maravilhosa! Falou tudo!

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